Descobri que eu não preciso abrir um buraco enorme e ficar lá dentro esperando o tempo passar. E coisas drásticas jamais mudariam meu estado e minha conduta. Eu passei a ver. Eu tenho tudo que há de melhor. Tenho o melhor namorado do mundo, que me trata com todo carinho e respeito que eu preciso e mereço,que me olha nos olhos, que me aponta erros, que manda todos os dias uma mensagem por volta da meia noite me mostrando o quanto somos e ainda podemos ser felizes,e que temos os melhores planos do mundo e que temos o melhor amor do mundo. Tenho amigos que me estendem a mão a todo instante, que estão comigo em momentos felizes e momentos tristes, que andam um bom bocado só para poder me dar o melhor dos abraços, que ouvem minha idiotices, meus dilemas, e até mesmo minhas alegrias. Tenho uma inteligência que eu prezo e muito,e que principalmente não me permite nunca ser hipócrita e egoísta com os outros, afinal de contas, somos um por todos e todos por um. Tenho um Deus que me olha lá de cima e cada dia que passa me reserva tudo que há de bom, e algumas coisas ruins que são apenas consequências de atos meus, e que se olhados com certa cautela só me fazem crescer e ser melhor. Eu não preciso de mais nada para ser feliz, só preciso de vontade. E tem gente que precisa passar por cima dos outros, machucar as pessoas, se exibir, depositar suas alegrias em alguém, tem gente que precisa de tanta coisa supérflua para ser feliz e acaba não sendo por não ter o principal, humildade.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
..'
'Que merda. Dói. Não deveria doer. Eu não quero que meus pés saiam do chão de novo, quero manter a serenidade que já foi me dada. E vem tudo de uma vez é sempre assim. Dor não vem aos poucos não. Ela já vem avisando que vai sim, ficar. Começa uma semana antes e alguns dias depois desaba tudo no mesmo momento. Será que é muito difícil vir uma coisa de cada vez?! É deve ser. E por incrivel que pareça para mim veio tudo, tudo mesmo, de uma vez só. Veio a certeza de um amor que não existe, e a certeza de que tenho feito um monte coisas que eu não gostaria de fazer, vem um monte de defeitos que saem de uma boca que diz nos ama e nos quer bem, mas dói, isso dói. E vem a notícia que a infantilidade ainda predomina em mim, e que eu ainda sou dependente de muitas coisas. E vem as coisas que dizem, eu sei, existem um bilhão de pessoas melhores que eu no mundo. Sem os meus passos desajeitados, e minha mania de tirar uma franja que insiste em nunca sair dos olhos, sem um tique que irrita os outros mas me tranquiliza... E só hoje descubro de quantas coisas horríveis minha alma foi construida e que por mais que eu tente eu não acho de forma alguma qualquer coisa que me acalme. '
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
resumo do Carnaval'
1 - ''I gotta feelin' that tonight's gonna be a good night''
2 - um cercado, um palco, um camarote empresarial, uma área vip, 10 barracas de bebidas, 20.000 pessoas :O
3- muitos pisões, muitos empurrões..'
4- muita gente feia, pouca gente bonita :/
5- uma banda de mulheres depravadas
6- um namorado que vai ao banheiro e não volta' .
7- odor de cigarro, suor, vômito, urina, inhacaa...'
8- danças estranhas...' espaço pequeno demais para elas' (rebolation
9- um ótimo show de encerramento o/
10- 4 noites sem dormir -.-
~ faltam 365 dias para o próximo Carnaval' \o/
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
... queria poder sumir logo. Sem deixar vestígios mesmo. Não suporto mais escutar de todos os lados ameaças de todas as formas e contextos. De novo me pedem para escolher, eu não suporto escolher, eu não sei escolher. Será que é muito dificil entender isso?! Eu não quero nada mesmo, eu não quero ninguém, quero poder abraçar a solidão absoluta e poder dizer que pelo menos nesse instante, embora ninguém precise de mim, eu preciso sim de muita gente. E cada dia que passa viver se torna mais insuportável, ainda não me concederam a liberdade de seguir um caminho que é meu por direito, me apertam, sufocam, e se quer percebem o meu desespero de não poder fazer o que para mim seria lógico. Eu ainda não sei o que eu quero, mas queria pelo menos poder respirar em paz. Queria uma força, uma coragem que nunca existiram em mim e que meu corpo pede que chegue. Queria mais soluções do que problemas. Queria que não jogassem na minha cara a minha infantilidade, a minha fragilidade. Queria que me tratassem como o ser humano que sou, normal, com desejos e vontades. Queria que controlassem menos minha alma e queria que cada um que me pertuba tivesse menos poder sobre mim. Queria que meu coração odiasse menos os outros, e queria saber o que fazer com essa dor chata que sinto em saber que mesmo que faça tudo, tudo que posso, não consigo agradar ninguém e tudo que faço é insastifeito demais, é pouco. É pouco para os outros, para mim é muito, muito mesmo. Eu nunca soube falar nada, para mim sempre foi mais simples abaixar a cabeça e concordar com tudo que dizem, nunca tive argumentos bastante óbvios para poder pelo menos discutir. Não me ensinaram a lutar, e agora simplismente, me pedem que eu lute. '
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Me sinto um grão de areia. Daqueles que incomodam, ferem os nossos olhos. Quiz nunca ter errado, nunca ter te feito chorar de desespero enquanto eu já não podia fazer mais nada. Dói quando machucamos alguém, mas dói ainda mais quando quem machucamos nos ama tanto, tanto. E fica um vazio enorme, um medo de perder incontrolável. Demorei para te ter nos meus caminhos, demorei para poder entender que só você era realmente capaz de me fazer feliz e demorei ainda mais para poder te contar tudo o que precisava. Foi sentindo todas as lágrimas quentes que percorriam minha face que pude enfim compreender a gravidade dos meus erros e o rumo que eles haviam tomado. Sei que é inútil pedir perdão, mas é útil dizer que jamais o deixaria, jamais o abandonaria. Meu coração dói de uma forma que nunca doeu antes. Mas hoje eu descobri o que é amor. Descobri que ele mora em um perdão que parece nunca vir, mora em um dia nublado e ensolarado, mora na coberta de listras, mora em um choro desesperado, mora no medo de nunca mais te ter. E foi esse medo enorme de te perder que me levou a descobrir o quanto era fascinante te amar, o quanto era maravilhoso ser de você. E é com essa paixão imensurável que trago aqui tão dentro de mim que enfim descubro que derramei muitas lágrimas em vão e que senti dores tão desnecessárias, e que infelizmente por muitas vezes amei o errado, o incerto, o egoísta demais para mim. Hoje eu sei o que é amar, e hoje eu sei que só a intenção de ficar sem você, já me dói bastante. Quisera nunca sentir essa dor por completo, porque sei que essa sim, eu não suportaria.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
P.S. I love you
''Aquela era a realidade. Ela nunca mais correria os dedos por seu cabelo macio, nunca mais partilharia uma piada secreta por sobre a mesa em um jantar comemorativo, nunca mais choraria em seu colo quando chegasse em casa após um dia difícil no trabalho e necessitasse apenas de um abraço; nunca mais dividiriam a cama novamente, nunca mais seria acordada por seus ataques de espirro a cada manhã, nunca mais ririam tanto que o estômago dela doeria, nunca mais brigaria com ele a respeito de quem era a vez de se levantar e apagar a luz do quarto. Tudo o que restava era um conjunto de lembranças e uma imagem de seu rosto que se tornava mais e mais indefinida a cada dia.''
Texto do livro: P.S. I love you por Cecília Ahern'
Sem dúvida um dos filmes mais fascinantes que eu já vi.
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